Realizado em 2024, o Projeto Tapajós levou soluções de acesso à água potável a comunidades indígenas do Médio e Alto Tapajós (PA), especialmente do povo Munduruku, em resposta a um cenário crítico de contaminação hídrica causada por atividades de garimpo na região.
A iniciativa buscou reduzir os riscos à saúde pública decorrentes do consumo de água contaminada, por meio da distribuição de filtros de nanotecnologia com membranas de ultrafiltração, capazes de reter micro-organismos e impurezas presentes em rios e igarapés, transformando fontes comprometidas em água segura para consumo humano.
O projeto foi fortalecido pelo Desafio Fundo Catalisador 2030, reunindo esforços do Projeto Saúde e Alegria, da organização internacional Water Is Life (Água é Vida), do DSEI Rio Tapajós e das associações indígenas Pariri (Médio Tapajós) e Wakoborun (Alto Tapajós). A ação resultou na distribuição de 600 filtros, adquiridos com apoio da Água Ama/Ambev.
Além da entrega dos equipamentos, foram desenvolvidas ações complementares, incluindo:
Capacitação técnica para uso e manutenção dos filtros;
Mobilização de lideranças indígenas;
Logística fluvial e terrestre para alcance de áreas remotas;
Articulação entre organizações sociais, associações indígenas e órgãos de saúde.
Relatos das comunidades indicaram melhora significativa nas condições sanitárias e redução de doenças associadas ao consumo de água contaminada, reforçando a importância da intervenção em contextos de degradação ambiental.
600 filtros distribuídos por meio do Fundo Catalisador 2030;
Comunidades indígenas do Médio e Alto Tapajós beneficiadas;
Parceria com organizações sociais, associações indígenas e DSEI;
Apoio da Água Ama/Ambev;
Redução dos riscos de doenças associadas à água contaminada;
Fortalecimento da segurança hídrica em territórios impactados por atividades ilegais.
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